sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A VERDADE SOBRE A PATERNIDADE HOMOSSEXUAL

O sociólogo Mark Regnerus, bastante criticado, fala sobre seus mais recentes estudos sobre famílias com casais homossexuais.
 
   Se quiser saber como foram os últimos meses do sociólogo da Universidade do Texas, Mark Regnerus basta ler a última edição da revista conservadora Weekly Standard. Na capa da edição de julho da revista há dois capangas encapuzados girando maliciosamente uma roda de tortura medieval onde Regnerus está preso, suando em bicas tentando se manter inteiro. O verso da página – “A vingança dos sociólogos: os perigos das pesquisas acadêmicas politicamente incorretas” – sugere a situação provocada pela publicação da mais nova pesquisa de Mark Regnerus, assim como um discurso político mais amplo a respeito do casamento homossexual.

   O relatório, conhecido como New Family Structure Studies (NFSS) (“Estudos sobre a Nova Estrutura Familiar”) é notável em seu escopo. Trata-se de uma amostra nacional aleatória considerada o “padrão de ouro” das pesquisas de ciências sociais. O NFSS mede os efeitos econômicos, políticos e psicológicos em jovens adultos, de 18 a 39 anos, que cresceram em famílias onde ou o pai ou a mãe se envolveram em relações homossexuais. Apesar da cautela demonstrada por Regnerus ao afirmar repetidas vezes que o NFSS não leva em conta casamentos estáveis do mesmo sexo (já que casamentos do mesmo sexo não existiam quando esses entrevistados eram crianças), ele tem sofrido censura profissional. O Social Science Research está realizando uma auditoria interna sobre o processo de revisão do NFSS, e a Universidade do Texas, em Austin, está investigando as alegações feitas por Regnerus de “má conduta científica”.

   Regnerus aceitou conceder uma entrevista por e-mail a Christianity Today para esclarecer os fatos a respeito da NFSS e seus dissabores.

Outros estudos foram feitos a respeito do bem-estar de crianças criadas por casais do mesmo sexo com a conclusão de alguns sociólogos, de que não há diferença entre estas e aquelas criadas por casais heterossexuais. Por que foi necessária a presença do NFSS dessa vez?

   A maioria dos estudiosos da família havia, até recentemente, afirmado de maneira consistente a elevada estabilidade e as vantagens (para as crianças) de um ambiente familiar constituído por pais biológicos casados e heterossexuais, em contraste com todos os outros “modelos” de família. Outros tipos de arranjos familiares não atingiram níveis desejados de desenvolvimento, como a realização educacional, e apresentaram problemas de comportamento e bem-estar emocional.

   Para os filhos de lésbicas e gays americanos, no entanto, os cientistas sociais parecem ter mudado de opinião radicalmente. Desde 2001, e em maior escala atualmente, estudiosos têm declarado cada vez mais que “não há diferença” entre pais heterossexuais ou homossexuais, e alguns inclusive sugerem que pais do mesmo sexo podem ser até mais competentes do que um homem e uma mulher em um arranjo familiar tradicional. Dez anos é muito pouco tempo para derrubar um paradigma tão estável, e, francamente, alguns de nós consideramos isso um tanto suspeito, e, portanto, decidimos pesquisar a respeito nós mesmos.

   Acredito que o único componente sensível ao tempo nesse estudo, é o fato de que era o momento de avaliar o que se tornou uma drástica mudança de consenso sobre o assunto.

Como a metodologia utilizada em sua pesquisa se compara com aquelas usadas em pesquisas anteriores sobre este tema?

Esta é a principal área de distinção entre meu estudo e os outros. Quase todos os estudos feitos antes desse eram pequenos e “não-aleatórios”. Isto é, não temos a menor ideia do quão semelhantes à maioria dos participantes dos outros estudos são à população que eles procuram estudar. E em relação a vários estudos anteriores, acredito que haja motivos para o ceticismo. Por exemplo, se você sabe que está participando de um pequeno estudo sobre paternidade gay, e que isso será notícia e que talvez tenha ramificações políticas, acredito que seja justificável o questionamento de estudiosos sobre a validade dos dados.

   O NFSS, por outro lado,  é muito maior do que a maioria dos outros, e trata-se de uma amostra aleatória da população americana entre as idades de 18-39 anos. Não me concentrei na orientação sexual dos pais – afinal de contas, era uma época bastante diferente – mas no comportamento deles nos relacionamentos. Comparei então, como jovens adultos cujos pais ou mães se envolveram em relacionamentos homossexuais se saíram quando comparados a outros tipos de arranjo matrimonial, inclusive a relação tradicional e biologicamente intacta entre um pai e uma mãe.

Explique brevemente como você identificou “mães lésbicas” e “pais gays” no estudo. Não se tratam de casais estáveis do mesmo sexo, que decidiram adotar ou fazer fertilização in vitro, certo?

Os dados permitiram que surgissem casais gays e lésbicos estáveis, mas pelo menos na época em que estou avaliando, isso não era comum. Da mesma maneira, a barriga de aluguel e a tecnologia de reprodução assistida também não eram. São artifícios bastante caros, ainda hoje. Outro trabalho realizado a respeito deste assunto observa que “a literatura sobre casais do mesmo sexo tende a apresentar estudos sobre o tipo de mulheres que podem pagar por tecnologia de reprodução assistida: mulheres brancas, de classe média alta”. Mas esse é o estereótipo criado pela mídia sobre pais e mães gays, embora os dados do Estudo Nacional do Crescimento Familiar tenham revelado que estes tem menos propensão de desejar filhos do que pais e mães gays que não sejam brancos. Então, os tipos de casais aos quais você está se referindo, podem estar presentes nos dados, apesar de eu não ter perguntado aos entrevistados a respeito das circunstâncias de seus próprios nascimentos. A partir de outras perguntas – como se suas mães e pais biológicos já foram casados alguma vez -- eu posso arriscar um palpite sobre suas origens. A maior parte de tais entrevistados eram produtos de uma união heterossexual que eventualmente se desintegrou. Alguns entrevistados sugerem que tais uniões se tratavam de “casamentos de orientação mista”, mas eu não presumiria algo assim com tanta pressa. Embora a etiologia da homossexualidade não esteja em jogo aqui, perguntas sobre as categorizações feitas por mim parecem levantar a questão a respeito de que pessoas podem ser consideradas gays, sem falar de bissexualidade. O estudo, no entanto, diz respeito ao que seu próprio título afirma: os filhos adultos de pais que tem ou tiveram relações homossexuais. Em retrospecto, gostaria de ter me assegurado melhor da compreensão de meus leitores a respeito disso.

O que você diria a grupos religiosos e políticos que promovem o casamento tradicional e desejam usar os resultados do NFSS para “provar” que a paternidade por casais do mesmo sexo é prejudicial às crianças?

Não sou nem teólogo e nem político, então não me atreveria a dizer a ninguém como fazer seu trabalho. Apesar das ciências sociais não serem capazes de “provar” as coisas, elas podem descrever a realidade social. O que o NFSS descreve é que os jovens adultos, filhos de homens e mulheres homossexuais parecem ter sido mais propensos a problemas durante o crescimento, e, em alguns casos ainda hoje, do que aqueles cujos pais biológicos continuam casados. O porquê disso é uma questão importante, que deve continuar sendo explorada e discutida.

Que tipos de problemas esses jovens adultos de pais homossexuais enfrentam exatamente? Emocionais, financeiros, espirituais?

Eles relatam uma série de desafios, principalmente no caso de terem vivido em ambientes familiares de muita instabilidade. Muitos tiveram a experiência de conviver com as idas e vindas dos parceiros de seus pais ou mães. Entre outras coisas, eles se mostraram mais aptos a enfrentar dificuldades financeiras, problemas para arranjar emprego e terminar os estudos, assim como mais problemas com a lei. Também relataram um número mais elevado de parceiros sexuais e vitimização do que as crianças vindas de casamentos biologicamente intactos e estáveis. Questões de religião e espiritualidade não foram incluídas no estudo.

Quais são suas convicções pessoais a respeito das estruturas matrimoniais? Essas convicções tornam sua pesquisa tendenciosa, como as recentes críticas direcionadas a você sugerem?

Todo pesquisador tem opiniões próprias. É por esse motivo que bons projetos de pesquisa devem assegurar o anonimato dos participantes e não sugerir o que estes devem responder. Tal postura ajuda a permitir que as ciências sociais superem as tendências pessoais de cada pesquisador.
Você observa que todo pesquisador tem suas próprias convicções. De que maneira tais convicções contribuíram para informar a auditoria interna de sua pesquisa, que está sendo conduzida atualmente pelo Social Science Research, especificamente pelo sociólogo Darren Sherkat? Sherkat, que apóia o casamento gay, não criticou sua pesquisa publicamente antes do início da auditoria? 

Sim. Não vou revidar, mas é verdade. E ainda assim, a auditoria concluiu que o processo de publicação do estudo não foi comprometido. Estudiosos se criticam mutuamente o tempo todo, mas dessa vez parece ser algo pessoal.
Seu estudo tem algo a contribuir para a atual discussão sobre a legalização e aceitação cultural do casamento homossexual?

O objetivo do estudo em si não foi nem de minar e nem de afirmar qualquer tipo de direito legal sobre o casamento homossexual. Dito isso, o NFSS e outros estudos sólidos são uma boa fonte de orientação para os cidadãos, independente de suas perspectivas pessoais.

Refletindo agora, você acha que, como pesquisador, foi responsável de sua parte receber fundos para o NFSS do Instituto Witherspoon e da Organização Nacional para o Casamento (NOM) – dois grupos conhecidos por suas fortes convicções a respeito do casamento tradicional?

Nenhum financiamento veio da Organização Nacional para o Casamento (NOM), e sim do Instituto Witherspoon e da Fundação Bradley. (Nota do editor: os críticos de Regnerus estão ligando Witherspoon e Bradley a NOM porque Robert P.George, presidente emérito da NOM, tem fortes ligações com as duas instituições que ajudaram no financiamento do estudo de Regnerus). Como já observei no texto presente no estudo e em outras fontes, sempre trabalhei de forma independente de ambas as organizações. Nenhum representante de financiamento das agências foi consultado a respeito do projeto de pesquisa e do conteúdo da mesma, das análises ou das conclusões. Quaisquer alegações de que os financiadores tenham influenciado indevidamente são falsas.

Como você compreende sua vocação como sociólogo? O que a sociologia oferece para a sociedade como um todo que outras profissões não ofereçam?

Entre outras coisas, a boa sociologia investiga a cultura, como as estruturas funcionam, como determinadas formas de pensar e agir se tornam “normais”, como as instituições moldam nossas vidas e como se dá a mudança social. Isso pode parecer abstrato e maçante, mas é um modo fascinante e muito importante de ver e pensar o mundo e as nossas vidas. Aqueles que se aplicam a encarar esse tipo de questões muitas vezes se dão conta do quão interessante e importante a análise sociológica pode ser. E, nesse processo, eles muitas vezes vêm a entender de modo bem mais completo suas próprias experiências de vida.


                                                                                Cristianismo Hoje

DESVIAR DINHEIRO FACIM FACIM

Lincoln Matos acusado em 4 processos por desvio de dinheiro público concorre à Prefeitura de São Miguel do Tapuio

O ex-prefeito José Lincoln Sobral Matos acusado em três processos na justiça federal e um processo na justiça estadual, todos por Improbidade Administrativa (desvio de dinheiro público), concorre ao cargo de prefeito nas eleições do município de São Miguel do Tapuio.

Ele responde aos seguintes processos: processo nº 5123-27.2009.4.01.4000, da 3ª Vara de Justiça Federal do Piauí; processo nº 16252-92.2010.4.01.4000 da 5º Vara de Justiça Federal do Piauí; processo nº 25568-67.2011.4.04.4000 da 2ª Seção do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e processo nº 0000328-50.2011.8.18.0071 da Comarca de São Miguel do Tapuio.


Ex-prefeito Lincoln Matos(Imagem:Reprodução)
Imagem: Reprodução - Ex-prefeito Lincoln Matos

Lincoln Matos já foi condenado em primeira instância a devolver aos cofres públicos a quantia de R$ 313.922,21 ( Trezentos e treze mil, novecentos e vinte e dois reais e vinte e um centavos) mais multa de R$ 10.000,00( Dez mil reais), além de perda da função pública.

O ex-prefeito recorreu da condenação para o TRF1, em Brasília.




GP1

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

DICAS PARA UM BOM ATENDIMENTO

Por Regina Cantuário

Devemos evitar o modismo de usar o gerúndio para indicar ações futuras: “Vou estar depositando o seu salário hoje à tarde”; “O Instituto vai estar realizando um seminário sobre Gestão pela Qualidade no próximo mês”; “Na próxima quarta-feira, ele vai estar fazendo três anos de empresa”.

São frases mal construídas. Não é caso para gerúndio (depositando, realizando, fazendo). A ação verbal está no futuro. Deveríamos dizer: “Vou depositar (ou depositarei)…”; “O Instituto vai realizar (ou realizará)…”; “…ele vai fazer (ou fará)…”


“Vamos estar resolvendo seu problema hoje à tarde”. Que o brasileiro gosta do gerúndio, todos nós sabemos, mas há visíveis exageros. Esse “gerundismo futuro”, provavelmente de influência inglesa, está chato: “vamos estar retornando”, “vamos estar enviando”, “vamos estar depositando”… Vamos simplificar: “retornaremos ou vamos retornar”, “enviaremos”, “depositaremos” e, graças a Deus, “resolveremos seu problema hoje à tarde”.


Alguns empregos do gerúndio devem ser evitados:

1)    Quando as ações expressas pelos dois verbos – gerúndio e verbo principal – não puderem ser simultâneas: Chegou sentando-se. Ou Machado de Assis nasceu no Rio de Janeiro, estudando com um amigo padre na infância.


2)    Quando o gerúndio expressa qualidades e não comporta a idéia de
contemporaneidade:
Vi um jardim florescendo.
3)    Quando a ação expressa pelo gerúndio é posterior à do verbo principal: O assaltante fugiu, sendo detido duas horas depois. Seria melhor dizer: O assaltante fugiu e foi detido duas horas depois.
4) Quando o gerúndio, copiando construção francesa (galicismo), passa a ter valor puramente adjetivo: Viu uma caixa contendo…A construção mais adequada seria: Viu uma caixa que continha…”
O uso do gerúndio será tão mais impróprio quanto mais se aproxime da função adjetiva, ou da expressão de qualidades ou estados, ou quanto maior a distância entre o tempo da ação expressa por ele e o tempo da ação do verbo principal.

É interessante lembrar que o pior uso do gerúndio é aquele que gera ambigüidade:


1.    “A mãe encontrou o filho chorando.”
(Quem estava chorando? A mãe ou o filho?)

2.    “Ônibus atropela criança subindo a calçada.”

(O ônibus subiu a calçada e atropelou a criança ou o ônibus atropelou a criança no momento em que ela subia a calçada?)


O bom gerúndio é aquele que expressa claramente a idéia de “continuidade de ação”: “Passamos toda a semana analisando este caso”.



Controle de Qualidade CDN Brasil 

ENTENDA O QUE É TELEMARKETING ?

O telemarketing é termo que vem do inglês e foi criado por Nadji Tehrani em 1982. O telemarketing tem por base a promoção de vendas e serviços via telefone. Mas também abrange a área de cobrança, conhecida como “telecobrança”. O conceito básico de telemarketing está na transmissão de ideias através de forma escrita, falada ou por sinais. O trabalho de telemarketing pode ser realizado seguindo scripts ou seja roteiros.


Operador de telemarketing
O operador de telemarketing trabalha promovendo vendas através do telefone, realizando atendimentos a clientes (SAC Serviço de Atendimento ao Cliente), tirando dúvidas ou na telecobrança. As empresas de telemarketing são também conhecidas como call center (centro de atendimento) e elas difundem a transmissão de idéias, informações, emoções e habilidades. O telemarketing call center possui vários braços de atuação.

Pode ser do tipo telemarketing receptivo (In Bound), no qual é o cliente, ou possível cliente, quem origina a chamada. O cliente liga para pedir informações ou para efetuar uma compra. No telemarketing receptivo há a convergência entre a qualidade e quantidade, pois além de bem atender o cliente também é necessária abrangir a grande demanda.

Estes serviços também trazem economia para a empresa e garantir um poder de observação de movimento do mercado consumidor de forma mais próxima e exata. O telemarketing ativo (Out Bound) é aquele no qual os operadores de telemarketing ligam para os clientes ou possíveis clientes da empresa.
A grande diferença entre os dois estilos está na receptividade do cliente, pois no telemarketing receptivo o cliente liga no momento mais conveniente para ele e no tipo de telemarketing ativo o operador deverá realizar uma abordagem persuasiva para conseguir efetuar seus objetivos.

Os serviços de telemarketing geram muitos postos de trabalho. As empresas de telemarketing buscam todos os dias novos funcionários, há sempre muitas vagas operador de telemarketing.
 A qualificação dos operadores de telemarketing pode ser feita através de curso de telemarketing, algumas vezes oferecidos pelas próprias empresas contratantes, pois a qualificação é muito importante. Conhecer o trabalho e atuar bem em conjunto com o computador. Algumas características são importantes para aqueles que desejam atuar neste setor, por exemplo boa comunicação, saber ouvir, ter um bom conhecimento dos produtos ou serviços da empresa, ter boas maneiras ao telefone, ser calmo, trabalhar bem em equipe e ter uma boa dicção.

Operador de Telemarketing

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

PARA LER ANTES DE VOTAR

Foto: Marcelo Camargo/ABrHá 17 dias das eleições municipais em todo Brasil, Ultimato quer contribuir para a reflexão do leitor a respeito do assunto. Selecionamos quatro artigos e quatro livros que podem ajudá-lo a entender melhor a política -- além do senso comum e a partir de uma cosmovisão cristã.
 
Faça bom proveito!
 
Artigos:
 
1. Evangélicos ajudam a reeleger Bush (Paul Freston) / revista Ultimato 292
“Será que temos o direito de dizer que uma única questão pesa mais do que todas as outras possíveis questões políticas juntas? E, se sim, por quanto tempo temos o direito de ignorar todas as outras questões em função daquela única questão que não se resolve?”
 
O sociólogo Paul Freston discute o problema clássico da “política de questão única”, conhecida nos Estados Unidos como “single-issue politics”. 
 
“A nossa política pode ser confessional (inspirada pela nossa fé), mas não devemos querer um Estado confessional. Não é bom que o Estado se torne juiz de doutrinas e práticas religiosas. Você também, como prefeito, terá de entender a diferença entre ser um legislador evangélico e um governante evangélico”.
 
Conselhos de Paul Freston para um prefeito evangélico, que não quer perder sua identidade cristã. 
 
3. Estado laico e nação religiosa (Robinson Cavalcanti) / revista Ultimato 329
Em artigo de março de 2011, o hoje falecido bispo Robinson Cavalcanti explicava os modelos de Estados existentes (teocráticos, confessionais, ateus, laicos e secularistas) e como isso nos ajuda a pensar a sociedade, além de um voto ou de um canditado.
 
4. Cristãos e política: uma relação imprescindível (Alderi Souza de Matos) / revista Ultimato 327
“O envolvimento dos cristãos com a esfera política e partidária sempre será uma faca de dois gumes”. O historiador Alderi Souza de Matos lembra como foi a postura dos cristãos ao longo da história com relação à política.
 
Livros:
 
5. Cosmovisão cristã e transformação: espiritualidade, razão e ordem social (Cláudio Leite, Guilherme Carvalho e Mauricio Cunha, org.)
Este livro aponta elementos e alternativas, a partir de uma cosmovisão cristã, para uma espiritualidade que não deixa inalteradas as nossas relações sociais.
 
6. Cristianismo e Política (Robinson Cavalcanti)
Um clássico da literatura cristã brasileira sobre o assunto. O autor finca bases do conceito de política e da responsabilidade cristã. Para ele, “não há nada mais cientificamente inexato e conceitualmente impossível do que a pretensão de ser apolítico”.
 
A intricada relação entre Igreja e Estado é o tema principal do livro do sociólogo Paul Freston. O papel do Estado não é defender ou promover uma determinada igreja ou religião. Entretanto, dizer que a religião nada tem a ver com a ação política é lógica e historicamente falso.
 
John Stott ensina-nos a nos relacionarmos com o mundo construtiva e compassivamente, com o auxílio do Espírito Santo. Ouvir a voz de Deus é um critério essencial antes de tomarmos decisões políticas.
 
 
Ultimato

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

DAR DINHEIRO NA IGREJA


Por Ed René Kivitz

Dar dinheiro na igreja tem sido uma prática cada vez mais questionada. Certamente em virtude dos abusos de lideranças religiosas de caráter duvidoso, e a suspeita de que os recursos destinados à causa acabam no bolso dos apóstolos, bispos e pastores, não são poucas as pessoas que se sentem desestimuladas à contribuição financeira. Outras tantas se sentem enganadas, e algumas o foram de fato. Há ainda os que preferem fazer o bem sem a intermediação institucional. Mas o fato é que as igrejas e suas respectivas ações de solidariedade vivem das ofertas financeiras de seus frequentadores e fiéis. Entre as instituições que mais recebem doações, as igrejas ocupam de longe o primeiro lugar na lista de valores arrecadados. Por que, então, as pessoas contribuem financeiramente nas igrejas?

Não são poucas as pessoas que tratam suas contribuições financeiras como investimento. Contribuem na perspectiva da negociação: dou 10% da minha renda e sou abençoado com 100% de retorno.  Tentar fazer negócios com Deus é um contra-senso, pois quem negocia sua doação está preocupado com o benefício próprio, doa por motivação egoísta, imaginando levar vantagem na transação. É fato que quem muito semeia, muito colhe. Mas essa não é a melhor motivação para a contribuição financeira na igreja.

Há quem contribua por obrigação. É verdade que a Bíblia ensina que a contribuição financeira é um dever de todo cristão.  A prática do dízimo, instituída no Antigo Testamento na relação de Deus com seu povo Israel foi referida por Jesus aos seus discípulos, que deveriam não apenas dar o dízimo, mas ir além, doando medida maior, excedendo em justiça. A medida maior era na verdade muito maior. Os religiosos doam 10%, os cristãos abrem mão de tudo, pois crêem que não apenas o dízimo pertence a Deus, mas todos os recursos e riquezas que têm em mãos pertencem a deus e estão apenas sob seus cuidados.

Alguns mais nobres doam por gratidão. Pensam, “estou recebendo tanto de Deus, que devo retribuir contribuindo de alguma maneira”. Nesse caso, correm o risco de doar apenas enquanto têm, ou apenas enquanto estão sendo abençoados. A gratidão é uma motivação legítima, mas ainda não é a melhor motivação para a contribuição financeira.

Existem também os que contribuem em razão de seu compromisso com a causa, com a visão, acreditam em uma instituição e querem por seu dinheiro em algo significativo. Muito bom. Devem continuar fazendo isso. Quem diz que acredita em alguma coisa, mas não mete a mão no bolso, no fundo, não acredita. Mas essa motivação está ainda aquém do espírito cristão. Aliás, não são apenas os cristãos que patrocinam o que acreditam.
Muitos são os que doam por compaixão. Não conseguem não se identificar com o sofrimento alheio, não conseguem viver de modo indiferente ao sofrimento alheio, sentem as dores do próximo como se fossem dores próprias. Seu coração se comove e suas mãos se apressam em serviço. A compaixão mobiliza, exige ação prática. Isso é cristão. Mas ainda não é suficiente.

Poucos contribuem por generosidade. Fazem o bem sem ver a quem. Doam porque não vivem para acumular ou entesourar para si mesmos. Não precisam ter muito. Não precisam ver alguém sofrendo, não perguntam se a causa é digna, não querem saber se o destinatário da doação é merecedor de ajuda. Eles doam porque doar faz parte do seu caráter. Simplesmente são generosos. Gente rara, mas existe. O relacionamento com Jesus gera esse tipo de gente.
Finalmente, há os que contribuem por piedade. Piedade, não no sentido de pena ou dó. Piedade como devoção, gesto de adoração, ato que visa apenas e tão somente manifestar a graça de Deus no mundo. Financiam causas, mantém instituições, ajudam pessoas, tratam suas posses como dádivas de Deus, e por isso  são gratos, e são generosos. Mas o dinheiro que doam aos outros, na verdade entregam nas mãos de Deus. Para essas pessoas,   
contribuir é adorar.

fonte: Blog do Ed René Kivitz

ESTRATÉGIA DE CORRUPÇÃO


Lascou-kkkkkkkkkkkk

sábado, 15 de setembro de 2012

FOFOCA NO TRABALHO. FIQUE ALERTA!

Da Redação do site Atmosfera Feminina 
Qualidade de vida tem que incluir o ambiente de trabalho. Afinal, é onde passamos a maior parte do nosso tempo. Em recente pesquisa do LinkedIn, uma das mais populares redes de contatos profissionais da internet, cerca de 17 mil usuários de 16 países responderam a pergunta: “O que mais te irrita no escritório?”. Entre os brasileiros, 83% dos consultados citaram a fofoca em excesso, e a média geral, entre todos os entrevistados, foi de 62%. Além de irritar, a fofoca pode atrapalhar sua carreira profissional, então o melhor é ficar longe dela. 

Identifique o fofoqueiro e mantenha distância

Não é difícil reconhecê-lo. Geralmente é aquela pessoa que “fala pelos cotovelos”, de outras pessoas, especialmente quando elas não estão por perto. “O fofoqueiro tem como foco espalhar a discórdia e o desentendimento, ‘quer ver o circo pegar fogo, para ver o palhaço morrer queimado’ com seus comentários desleais e inapropriados que contribuem para criar um clima organizacional de péssima qualidade”, diz Sandro Pereira, coaching internacional e diretor da Provider Treinamentos Corporativos. 

A principal arma do fofoqueiro é a nossa curiosidade, portanto, cuidado: ao perceber que se trata de fofoca, responda serenamente que não tem conhecimento sobre o assunto e mude o rumo da conversa. É prudente evitar fazer parte do grupo, afinal, se hoje ele fala de um colega, amanhã poderá estar falando de você também. “Uma das maneiras mais destrutivas de conversação é o ‘disse me disse’ que acontece no ‘ABC’ (água, banheiro e café) e nos corredores da empresa, que acaba por cultivar tensão entre as pessoas, podendo prejudicar a imagem de algum colega de trabalho, ou mesmo de toda a organização”, afirma Sandro.

Se o alvo for você

Uma forma de evitar esse tipo de comentário é manter uma postura profissional no ambiente de trabalho. Entre os colegas pode estar alguém procurando uma oportunidade para ‘puxar o seu tapete’. Mas, se a fofoca já estiver rolando solta nos corredores, a melhor atitude a tomar é munir-se de paciência e conversar com o fofoqueiro, esclarecer o assunto.

“Precisamos entender que cada um de nós é uma parte significativa dos sistemas nos quais trabalhamos, e nossa atitude influencia outras pessoas. Portanto, dentro da empresa, procure manter o equilíbrio e a serenidade, opte por uma postura formal, cuide sempre da sua imagem e demonstre suas ações por força do seu caráter. Aja de forma leal e delicada, não ignore o problema. Preferencialmente, chame a pessoa para uma conversa franca e aberta, esclareçam o assunto de maneira definitiva. Se for preciso, leve a questão ao seu gestor”, ensina o coaching.

Dicas para driblar os fofoqueiros

1. Nunca fale mal das pessoas, principalmente das que trabalham com você. Se houver algum problema entre vocês, seja objetivo e chame para uma conversa esclarecedora.

2. Tenha consideração sincera pelos outros, seja capaz de dar e receber opiniões construtivas. Fale a verdade e esteja pronto para ouvir também, sem com isso criar um clima de hostilidade.

3. Mantenha a neutralidade quando alguém estiver falando mal do outro, evite fazer comentários que possam ser utilizados de forma desleal e desrespeitosa. Se você concordar e falar mal também, a outra pessoa vai saber e sentirá que deverá fazer o mesmo em relação a você. 

4. Quando ouvir um comentário negativo acerca de uma pessoa, reflita se essa conversa agrega alguma coisa, se prejudica alguém ou a empresa, e como você se sentiria se isso fosse dito sobre você. 

5. Depois disso, questione seu interlocutor: A. O que você vai dizer agrega valor positivo para nós e a empresa? B. Posso falar com a própria pessoa e com as outras que você está dizendo isso dela?

6. Crie o hábito de falar bem dos outros, procure focar nos aspectos positivos que cada um possui, sem com isso se transformar em um “bajulador”.

DEPENDÊNCIA AFETIVA - incapacidade de sermos nossos próprios nutridores emocionais

Entenda melhor a dependência afetiva

Por Dra. Dorit W. Verea 27/07/2012 - Psicológa
 
A verdade inquestionável é que cada um de nós em certa medida é dependente dos outros. Todos nós precisamos de aprovação, empatia, reconhecimento e admiração dos outros para nos apoiar e regular nossa autoestima.

Porém, quando o amor é sinônimo de sofrimento, quando ele destrói a autoestima, prejudicando aspectos sociais, profissionais, familiares e emocionais, fala-se de um transtorno mental chamado dependência afetiva.
Na grande maioria dos casos, ele atinge as mulheres. Quando estão solteiras, sentem-se indefesas. Quando têm um parceiro, vivem com terror de serem abandonadas e ficam literalmente abaladas quando qualquer relação próxima termina.

Para serem aceitas ou manter uma relação, estão dispostas a fazer coisas desagradáveis e até mesmo degradantes, aceitando situações intoleráveis para qualquer pessoa.

Características da pessoa com dependência afetiva:

1. Não é capaz de tomar decisões por si só. Muita energia é utilizada no amar ou ser amada e aceita, sobrando pouca energia para o autocuidado. É incapaz de cuidar de si e criar condições para seu próprio crescimento pessoal, pois sempre usou seu tempo com algum problema do parceiro, que requer sua atenção e sua energia vital.

2. Apresenta comportamentos de submissão em relação ao outro.

3. Dificuldade de reconhecer suas próprias necessidades e a tendência de vincular suas necessidades ao outro. O bem-estar emocional – e muitas vezes até a saúde e a própria segurança – é colocado em perigo em função do bem-estar do parceiro.

4. Apresenta atitudes negativas em relação a si própria, muitas vezes assumindo culpa de todos os problemas que surgem. Essas pessoa sofre de um profundo sentimento de inadequação.

5. Todos os dependentes afetivos têm medo de qualquer tipo de mudança. Isso impede o desenvolvimento de suas competências, e eles sufocam qualquer desejo ou interesse pessoal.

São pessoas obcecadas por necessidades irrealizáveis e de expectativas não realistas. Pensam que, ocupando-se sempre do outro, a sua relação ficará estável e duradoura.

Porém, invariavelmente, as situações de desilusão e ressentimento surgem e desencadeiam um pavor de que o relacionamento pode não ser estável e duradouro. É o ciclo vicioso que recomeça amplificado. Ela ela não tem consciência de que o amor pede honestidade e integridade da pessoa. A dependência afetiva é baseada na rejeição. Mesmo quando há amor, paradoxalmente, esse declarado amor não vai durar.

As emoções que envolvem medo e dependência, típicos da dependência afetiva, são destinados a destruir o amor.

Quando você se doa para o amor com a esperança absurda de que o homem da sua obsessão a proteja dos seus medos, o pavor e a obsessão se arraigam, até que doar-se na esperança de receber afeto em troca vire uma constante na sua vida.

Muitas vezes, aquilo que acreditamos ser amor não passa de medo da solidão e de nossa incapacidade de sermos nossos próprios nutridores emocionais.

O que se pode fazer:

1. Reconhecer que tem um problema.

2. Procurar ajuda de um psicoterapeuta.

3. Considerar a própria saúde e o seu próprio bem-estar uma prioridade que está acima de tudo.


ATMOSFERA FEMININA

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

TERRA SEM LEI - UMA TURMA DE IMPRUDENTES FAZEM BUZINADA





VEJA VÍDEO



Enquanto isso em são Miguel terra sem lei, buzinada regada a muita imprudência no trânsito, nenhuma pessoa de capacete, três, quatro  pessoas em uma única moto, criança pilotando, outros pilotando com pessoas em seus ombros, e por aí vai o  desrespeito as leis de trânsito e infrações as leis eleitorais. Falar de respeito é para os politiqueiros os políticos praticam e respeitam.




O Juiz Reinaldo Aparecido, disse que a realização de carreatas precisa respeitar o código de trânsito. “Os condutores não podem transportar pessoas na carroceria de caminhonetes, nos porta malas, pessoas dependuradas pelos veículos e NÃO PODEM BUZINAR, porque isso leva a perturbação do sossego ao cidadão, além de ser infração de trânsito". 


Alguém pode dizer onde esse rapaz está sentado?

Artigo 41 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) define o uso da buzina. O condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina, desde que em toque breve, nas seguintes situações:

I - para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes;

II - fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.

Observem que o uso se dá em toque breve. Pois é, deveria ser assim, mas quem nunca foi acordado de madrugada com um maluco apoiando o braço na buzina? Mais uma lei que não se aplica na prática. No artigo 227 estão as circunstâncias passíveis de multa:

I - em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;

II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;

III - entre as vinte e duas e as seis horas;

IV - em locais e horários proibidos pela sinalização;

V - em desacordo com os padrões e freqüências estabelecidas pelo CONTRAN;



O Juiz Eleitoral pediu aos eleitores que observem os candidatos e vejam quem está descumprindo as leis. 

“Se estão descumprindo as leis, antes mesmo de serem eleitos, imaginem o que farão depois? As pessoas devem ter todo o cuidado possível e escolher candidatos que respeitem as leis” disse.

ENQUANTO ISSO EM SÃO MIGUEL

Foto facebook Elizângela Duarte - Dr. Jesus e Dr(a) Ana fazem aferição em carros de som na cidade.

Por Noelia Alves

O problema é que em alguns cidades, os políticos pousam de super pop em vez de político, pensam que campanha política é colocar o carro para zoar o dia todo com a música do candidato que chega a ser irritante, pagam algumas cervejas para alguns sem emprego ficar balançando a bandeira e posando de porta bandeira. Pagando o ridículo. Enquanto estão mesmo é prejudicando o sossego de pessoas que passam o dia trabalhando e querem usar o pouco do seu tempo para descansar e quem sabe ouvir notícias de um candidato apresentou uma proposta boa e não está na esquina posando de pop.

Lembrando que a democracia é para todos, então o respeito deve se ter também para com aqueles que estão em seus lares lendo, estudando, conversando, fazendo uma reunião e outra atividade, e também já ouvi que não respeitam escolas, hospitais, e igrejas locais que por lei veda o uso de carro de som próximo, bem como sedes de tribunais, bibliotecas e outros órgãos públicos.


DENUNCIE eleitor, você, é o principal fiscal desses candidatos sem noção de democracia. Basta avisar aos fiscais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pelos telefone:


Ouidoria do TER-PI: 0800 007 9797
E-mail: on063@tre-pi.jus.br
ouvidoria@tre-pi.jus.br
Fone: 3221-9097

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

APRENDENDO A FAZER CRÔNICA



Por Noelia Alves

Bem, eu aqui lendo um texto “Sobre a Crônica”, opa! Uma crônica de Ivan Angelo,  sobre o que é uma crônica, resolvi rabiscar essas linhas para mostra o que entendi. Na verdade sendo sincera não entendi o que seja uma crônica, mas segundo o texto existe até elementos que funcionam e outros que não, pois então segue o trecho que me chamou atenção:

 Elementos que não funcionam na crônica: grandiloqüência, sectarismo, enrolação, arrogância, prolixidade. Elementos que funcionam: humor, intimidade, lirismo, surpresa, estilo, elegância, solidariedade.”

Então palavras bonitas de um cunho elegante, bem parecidas não funciona, não rola, eloquência só para impressionar, sectarismo, o que é mesmo? Pesquisei e encontrei, segundo o pai dos burros online, é: Estado de espírito de uma pessoa sectária; tendências sectárias: ao sectarismo sempre se opôs o espírito de tolerância.” Então se você entendeu o que quer dizer sectarismo, se sim, está no caminho correto referente a crônica.

Eu penso que seja algo muito pessoal, essa facilidade de observar as coisas e falar delas, por meio da escrita, como se estivéssemos conversando com um amigo inteligente. Todo cuidado é pouco, pois ele a qualquer momento pode interpreta algo totalmente diferente do que você está verbalizando.

Por esses dias tentei fazer um conto e uma amiga disse que tinha escrito uma crônica, em virtude disso estou eu aqui pesquisando sobre essa modalidade literária, ou jornalística? Sei lá, só sei que vou escrevendo o que vejo e chego até a sentir, hum... Cheiro de coisas boas, palavras amáveis e doces, como é bom escrever seja lá o que.

Assim sigo fazendo crônica, fazendo poesias, e um dia chego no conto, prometo que conto para você como foi difícil.

POLÍTICA DA COALIZÃO BURGUESA


MÃE DE SEIS ABANDONA CARRO E COMPRA BICICLETA GIGANTE PARA ANDAR COM FILHOS

Uma americana mãe de seis crianças desistiu de ter um carro e resolveu ter uma bicicleta gigante para levar os filhos à escola. 

Emily Finch, 34, mora na cidade de Portland, EUA e hoje pela mais de 35 quilômetros por dia com seus três filhos na frente, uma na garupa e outra numa bicicleta anexa. Já seu filho mais velho, Nathan, segue em uma "magrela" separada.

Seu veículo segue o modelo de tradicionais bicicletas "de carga" holandesas, que custam por volta de R$ 4,5, mil. Porém, a mamãe disse que "é uma barganha a longo prazo. É incrível", contou Emily ao site "Daily Mail". 

Emily resolveu mudar de vida em 2009, após descobrir o modelo no Google.
"Estava em uma fase em que algo na minha vida tinha de mudar. Quando vi aquela bicicleta, eu soube. Eu disse 'É isso. Isso vai mudar minha vida", disse ela. 


The Grosby Group
Emily e os filhos na sua bicicleta
Emily e os filhos na sua bicicleta

              
Quando a bicicleta chegou, Emily contou que as pessoas da cidade estranharam. 

"Eu já era a louca da cidade. Tive três partos em casa e agora isso. As pessoas pensavam que eu estava dirigindo sob influência de alguma susbstância. Elas perguntavam 'isso é um barco sobre rodas? Você vai carregar seus filhos nisso?'" 

Antes deprimida, Emily disse que seu humor mudou com o novo veículo. Porém, ela sofreu para conseguir pedalar no começo.
"Pensei que não fosse conseguir. Era seriamente exaustivo. Mas eu continuei pedalando e me acostumei". 

Desde então, Emily não andou mais de carro e disse não sentir falta, a não ser quando os filhos começam a gritar. 

"O carro tinha paredes grossas e janelas, então você podia aumentar o rádio e ninguém iria ouvir aquela gritaria. Mas na bicicleta, todo mundo pode ouvir". 


Folha São Paulo
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